sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Mais uma idiossincrasia einsteniana derrotada

 Mais uma idiossincrasia einsteniana derrotada


O preâmbulo deste post seria melhor com o quadro criado pelo famoso empresário e celebridade internacional Ellon Musk sobre o quadro representativo demonstrativo dos donos das maiores agências de informação de mídia mundiais, onde todas são de judeus o que demonstra a visão e a leitura ou releitura que se faz das coisas que aparecem monitoradas e publicadas nas principais redes de informação e noticias inclusive a indústria de cinema de Hollywood de Seljnik, Mayer e Zanuck todos judeus pioneiros de cinema americano, então criaram o mito judeu do Deus Einstein, que não figura nos livros de física com o mesmo destaque, até mesmo nem participou do projeto Manhathan da primeira bomba atômica e do primeiro reator nuclear com reações nucleares controladas.

A teoria de buracos negros de autoria de Einstein parece daquelas ideias, de Kubrick ou do outro cineasta de ficção Spielberg, muito infantil e contraditória, porque pelas leis básicas da física clássica um tal objeto seria apenas classificado como sendo visto e tido como uma mudança da densidade de uma arqueoestrela que implodiu, mas para justificar a capacidade gravitacional serve de explicação a característica da densidade apenas: era a mesma massa estelar, alias, diminuída da arqueoestrela que perde sua massa combustível primária geralmente hidrogênio esgotado consumida no final de um ciclo de vida da estrela, e restando o hélio para ser consumido na etapa de vida adulta antes de se transformar em quasar ou buraco negro, e fica restando da estrela esgotada apenas com o seu núcleo, o que não é suficiente para produzir uma capacidade de atractor espacial sugando tudo em volta pois na realidade da teoria da atração gravitacional universal de Newton a massa é a mesma da estrela falida que deu origem ao buraco negro, pela simples aritmética a massa se manteve portanto a capacidade de atrair não depende da densidade da massa, mas da massa apenas, como acontece com os planetas Saturno e Júpiter; saturno é tão pesado quanto júpiter e saturno flutuaria nos oceanos da terra por ter menor densidade, mas júpiter mais denso afundaria, ambos tem enorme massa e atraem asteroides da mesma forma, portanto, a origem dos buracos negros precisam de uma teoria séria, e não essa cascata de implosão de estrelas antigas.

A ideia de mini buracos negros segue a mesma falácia de que a densidade espacial cria um atractor destrutivo, a lei de gravitação não fala em densidade apenas em atração de massas, exceto se mudaram a lei da atração universal gravitacional de Isaac Newton e eu não fiquei sabendo de nada.

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